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Selic vai cair? Veja o que esperar da decisão do Copom

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (28)para definir a nova taxa básica de juros da economia, a Selic. A decisão será anunciada hoje no final do dia, e a expectativa do mercado é de que o percentual seja mantido em 15% ao ano — o maior patamar desde 2006.

Apesar da recente desaceleração da inflação, especialistas apontam que o cenário ainda exige cautela por parte da autoridade monetária, que deve adiar um possível início de ciclo de cortes para a próxima reunião, em março.

Inflação acima da meta

O principal motivo para a manutenção da taxa Selic é o comportamento da inflação, que, embora tenha recuado, continua acima da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano, de 3% ao ano, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

O IPCA-15 de janeiro, considerado uma prévia da inflação oficial, subiu 0,20% e acumulou alta de 4,50% nos últimos 12 meses.

O que esperar do comunicado do Copom

O mercado financeiro estará atento não apenas à decisão em si, mas principalmente ao tom do comunicado que será divulgado após a reunião. Investidores buscam pistas sobre o início de um possível ciclo de queda da Selic, o que poderia ocorrer já no encontro de março.

Sinais mais claros de flexibilização da política monetária tendem a influenciar positivamente o mercado, estimulando investimentos e reduzindo o custo do crédito.

Projeções para a Selic em 2026

De acordo com o Boletim Focus — relatório semanal do Banco Central que reúne estimativas de analistas de mercado — a Selic deve encerrar 2026 em 12,25% ao ano, indicando uma trajetória de redução ao longo dos próximos trimestres.

A reunião desta semana, portanto, deve fornecer um direcionamento importante sobre os próximos passos da política monetária.

Impactos da Selic na economia

A taxa Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Juros mais altos tendem a reduzir o consumo, o que ajuda a conter a alta dos preços. Por outro lado, também encarecem o crédito e os financiamentos, impactando diretamente famílias e empresas.

Por isso, qualquer alteração — ou manutenção — da taxa básica de juros é acompanhada de perto por agentes econômicos e pode gerar reflexos imediatos nos mercados de ações, câmbio, consumo e até no crescimento do PIB.


Data: 28/01/2026

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